Professor de Educação Física apaixonado por basquete e transformação corporal.
sábado, 30 de junho de 2012
sábado, 19 de maio de 2012
A MELHOR PROGRESSÃO DO ARREMESSO DE QUADRA.
Ray Allen, o maior arremessador
de 3 pontos da história da NBA
Já ouvimos muito sobre o arremesso de quadra, tanto o que chamamos de "chute do perímetro" ou do tão buscado arremesso de 3 pontos (que faz uma baita diferença no jogo e que Ray Allen domina como ninguém).
Alguns meses atrás postei uma matéria sobre esse tema no blog, mas
hoje quero tratar de um "ritual", que se levado a sério, pode mudar sua produtividade na quadra.
Para ter resultados expressivos: releia a postagem que trata do ECOTRA (fundamentos de um arremesso perfeito) e acresente, toda vez que for treinar este fundamento, os passos a seguir:
Progressão do arremesso
(10 repetições de cada antes do treino)
1) Faça os movimentos do arremesso sem bola (trabalhe a forma correta);
2) Repita os movimentos da forma correta com a bola (não se preocupe em fazer a cesta agora, trabalhe no padrão do chute);
3) Arremesse com apenas a mão do arremesso perto da cesta e trabalhe no arco, ou seja, na trajetória da bola que precisa ser de 60 graus (subir e descer sacou?);
4) Faça um relógio de arremesso! Arremessos em volta do garrafão.
5) Arremesse após um passe (pode ser um parceiro, ou vc mesmo fazendo a bola voltar para si);
6) Arremessw após um passe com um drible (concentre-se no equilibrio das pernas e pés).
Com relação ao arremesso de 3 pontos, treine tendo a linha como referencia e use o mesmos fundamentos que já discutimos, com a diferença no salto e completa extensão do corpo.
Mantendo esse ritual sempre antes dos treinos, vc aumentará sua produtividade e sua performance. Aptoveite dos treinos para aperfeiçoar a técnica:sempre faça arremessos nos lugares, na velocidade e com defesa, reproduzindo o jogo.
Seja treinável e tenha uma disposição positiva, e como costumo falar para meus atletas: SOLTA O POMBO COMPANHIERO! Hahahaha.
Qualquer dúvida é só perguntar okay? Se eu souber responder, responderei. O que nao souber, buscarei!
Arremesso perfeito: CONHECIMENTO E PRÁTICA!
Vida longa
ao Basquetebol na escola e no Brasil
Forte
abraço.
Prof. Denilson Seckler
CREF: 086643-G/SP
RF:7931964/1
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sexta-feira, 30 de março de 2012
HOMENAGEM A OLD SCHOOL
Grant Hill
Jason Kidd
Steve Nash
Na última postagem desse mês decidi homenagear três dos melhores jogadores que já vi em ação e que já passaram dos 35 anos e ainda estão jogando BEM: Grant Hill que fará 40 anos no próximo mês de Outubro, Jason Kidd que fez 39 anos esse mês e Steve Nash com 38 anos.
Quando eles começaram na NBA eu ainda assistia com muito entusiasmo as jogadas de Michel Jordan e o incrível time do Chicago Bulls em ação. Eram tempo onde o basquetebol ainda era bem difundido nas escolas públicas e o esporte era considerado o segundo do país, embora já estivesse perdendo terreno para o voleibol, mas essa é uma outra história. O fato é que esses três excelentes jogadores continuam "batendo um bolão" na liga mais forte do mundo, eu me pergunto: Qual o segredo para tanta vitalidade? Grant Hill quase aos 40 anos está fazendo uma temporada muito boa. Steve Nash deu 17 assistência outro dia num jogo do Suns e Jason Kidd ajudou os Mavs a conquista do titulo no ano passado. Ambos jogam com força e inteligencia, mas eles também já possuem algo que é fenomenal: A experiência de mais de 15 anos jogando na NBA. Eu faço outra pergunta: Você gostaria de tê-los em sua equipe?
Quantos anos mais será que eles ainda vão jogar com essa vitalidade e competência? Vê-los jogar ainda hoje, me remete a tempos de ouro do basquetebol do Brasil. Quando eu tinha 8 anos o Brasil ganhou o Panamericano de basquetebol masculino vencendo os americanos numa final que ficou para história como a competição que forçaria os gringos a lançarem o Dream Team para o mundo em 1992. Uma das estrelas daquela equipe vencedora em Indianapolis nos Estados Unidos jogou até os 44 anos: Oscar Schmidt.
Eis a minha seleção da Old School:
Steve Nash (38 anos), Jason Kidd (39 anos), Grant Hill (40 anos), Shaquille O'neal (quando parou estava com 38 anos) e Oscar Schmidt (quando parou estava com 44).
E ai? Será que essa equipe conseguiria jogar contra o Oklahoma City Thunder, onde a média de idade é de 25 anos??????
A minha honrosa menção a esses e muitos outros atletas longevos que ainda hoje abrilhantam nosso basquetebol dando um show de vitalidade e competência.
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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domingo, 25 de março de 2012
ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA A JOGOS AMISTOSOS

Nossos meninos e meninas estão ansiosos por praticar o que estamos treinando. Nosso objetivo é manter uma agenda constante de jogos amistosos.
Se você é professor ou técnico de basquetebol de alguma escola particular ou pública e quer colocar suas equipes para jogar, vamos conversar. Deixe seu e-mail nos comentários e eu entrarei em contato para marcarmos amistosos.
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasi
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 23 de março de 2012
UM BRASILEIRO RECEBE UM LEGADO INCRÍVEL NA NBA
Se você acessar a página da NBA hoje (23/03/2012) ainda encontrará a foto do Leandrinho com o uniforme do Toronto Raptors, mas já é noticia que o nosso Barbosa está defendendo o Indiana Pacers. O Pacers que foi a equipe de um grande jogador do passado Reggie Miller, o grande atirador de 3 pontos, quem o viu jogar jamais esquecerá aqueles jogos decididos nos últimos segundos com uma bola "mortal de 3 pontos".
Desejamos toda sorte para o Leandrinho e que ele possa, quem sabe,... tomar esse legado de Miller e fazer muitas cestas de 3 pontos.
Só para registrar.. Logo no primeiro jogo pelo Indiana ele jogou muito e fez uma jogada que entrou no TOP 10 DA NBA.
Parabéns Leandrinho e sorte em Indiana.
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 9 de março de 2012
EU TENHO UM SONHO!
Duas gerações de alunos (atletas) de escola pública Eagles e X5
Não quero parafrasear a famosíssima frase de Martin Luther King Jr. Quero porém, resignificá-la na minha própria experiência profissional e explicá-la a todos vocês que participam desse blog.
Na ocasião em que o Dr. King proferiu a frase: 'I have a dream' a explicação veio logo depois e estava relacionado a solução de um dilema étnico/racial nos Estados Unidos da América. Uma boa solução já é vista ha um longo tempo naquele pais.
Meu sonho aqui não tem haver com etnia ou mesmo raça, tem haver com rumos, diretrizes, com um norte, uma direção para o basquetebol no Brasil.
Você pode pensar: 'Como esse professor se atreve a comparar uma causa tão nobre como a discrimição racial na América do norte, com os rumos de uma modalidade esportiva no Brasil?
Deixe-me tentar explicar a razão. Por conta daquele movimento liderado pelo Dr. King o negro americano passou a ter os direitos que lhe era devido. Meu sonho tem haver com assegurar que todas as crianças nas escolas públicas que queiram, possam ter a chance de praticar o esporte competitivo no seu ambiente mais comum depois da sua própria casa, ou seja, a ESCOLA.
A realidade porém, é bem diferente, mais de 80% das escolas não tem uma quadra devidamente equipada para a pratica de um esporte como o basquetebol (que exige uma estrutura minima para sua pratica a saber: Duas tabelas e duas cestas).
Nos próximos anos o Brasil estará na vitrine mundial dos esportes. Copa do Mundo e Olimpiadas num país que não tem uma tradição de investimento no esporte onde ele realmente acontece, insisto: na ESCOLA! Estranho não?
Meu sonho então, tem haver com todas essas ansiedades no sentido de proporcionar uma chance de os alunos das escolas no Brasil experimentarem o esporte competitivo na escola mesmo, e não como no exemplo brasileiro atual, que está concentrado nos clubes. O problema não é o esporte nos clubes, mas sim, o sistema de delegar a essas instituições o papel de propagar o esporte no Brasil. Não dá! Os clubes não tem esse papel, a ESCOLA sim. Os clubes estão no final do processo, são a ponta do iceberg não a base, pois quando isso acontece, o esporte fica elitizado e quase inacessível aos grandes potenciais que estão escondidos na escola.
Eu já encontrei e treinei grandes talentos que estavam ''mofando'' em suas escolas, pelo simples fato da escola não oferecer nenhum tipo de esporte competitivo.
Resumindo... Meu sonho é uma estrutura escolar onde o esporte competitivo é levado a sério! Onde os professores terão minimamente uma quadra bem equipada para treinar os alunos/talentos que se interessarem pelo basquetebol. Meu sonho é ver um sistema escolar com um campeonato forte e fonte da descoberta de grandes atletas brasileiros. E agora não estou só falando do basquetebol, mas sim de todas as modalidades possíveis (Tenho relatos de grandes resultados de professores municipais na cidade de São Paulo que trabalham com o Rugby, são heróis, valentes e visionários parabéns).
São inúmeros os casos de professores de educação fisica em todo Brasil que financiam com seus próprios recursos equipamentos básicos como: bolas, aros, redinhas e sem falar de uniformes, pagamentos de inscrições em torneios fora da escola e etc....
Meu sonho é reunir esses heróis brasileiros e fazer um grande movimento esportivo escolar pelo Brasil inteiro. Meu sonho é ver equipes de escolas públicas indo jogar em outros estados, e outros países de maneira permanente. Meu sonho é usar o esporte competitivo na escola para trazer de volta a disciplina e o respeito na escola, para trazer a saúde aos obesos infantis, para trazer a alegria do pertencimento de uma equipe (que influencia tão positivamente no caráter da criança e do adolescente).
Esse é meu sonho! Ver o Brasil, esse gigante cheio de potenciais, aproveitando verdadeiramente esse potencial, que está na ESCOLA.
Esse é meu sonho.
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012
LANÇAMENTO DO SITE OFICIAL
X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012
"O melhor para os melhores..."
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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