sábado, 19 de maio de 2012

A MELHOR PROGRESSÃO DO ARREMESSO DE QUADRA.

   Ray Allen, o maior arremessador
  de 3 pontos da história da NBA

 Já ouvimos muito sobre o arremesso de quadra, tanto o que chamamos de "chute do perímetro" ou do tão buscado arremesso de 3 pontos (que faz uma baita diferença no jogo e que Ray Allen domina como ninguém).
Alguns meses atrás  postei uma matéria sobre esse tema no blog, mas
hoje quero tratar de um "ritual", que se levado a sério, pode mudar sua produtividade na quadra.

Para ter resultados expressivos: releia a postagem que trata do ECOTRA (fundamentos de um arremesso perfeito) e acresente, toda vez que for treinar este fundamento, os passos a seguir: 

Progressão do arremesso
(10 repetições de cada antes do treino)

1) Faça os movimentos do arremesso sem bola (trabalhe a forma correta);
2) Repita os movimentos da forma correta com a bola (não se preocupe em fazer a cesta agora, trabalhe no padrão do chute);
3) Arremesse com apenas a mão do arremesso perto da cesta e trabalhe no arco, ou seja, na trajetória da bola que precisa ser de 60 graus (subir e descer sacou?);
4) Faça um relógio de arremesso! Arremessos em volta do garrafão.
5) Arremesse após um passe (pode ser um parceiro, ou vc mesmo fazendo a bola voltar para si);
6) Arremessw após um passe com um drible (concentre-se no equilibrio das pernas e pés).

Com relação ao arremesso de 3 pontos, treine tendo a linha como referencia e use o mesmos fundamentos que já discutimos, com a diferença no salto e completa extensão do corpo. 

Mantendo esse ritual sempre antes dos treinos, vc aumentará sua produtividade e sua performance. Aptoveite dos treinos para aperfeiçoar a técnica:sempre faça arremessos nos lugares, na velocidade e com defesa, reproduzindo o jogo.

Seja treinável e tenha uma disposição positiva, e como costumo falar para meus atletas: SOLTA O POMBO COMPANHIERO! Hahahaha.

Qualquer dúvida é só perguntar okay? Se eu souber responder, responderei. O que nao souber, buscarei!

Arremesso perfeito: CONHECIMENTO E PRÁTICA!

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil

Forte abraço.


Prof. Denilson Seckler
CREF: 086643-G/SP
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sexta-feira, 30 de março de 2012

HOMENAGEM A OLD SCHOOL

Grant Hill

Jason Kidd

Steve Nash


Na última postagem desse mês decidi homenagear três dos melhores jogadores que já vi em ação e que já passaram dos 35 anos e ainda estão jogando BEM: Grant Hill que fará 40 anos no próximo mês de Outubro, Jason Kidd que fez 39 anos esse mês e Steve Nash com 38 anos.


Quando eles começaram na NBA eu ainda assistia com muito entusiasmo as jogadas de Michel Jordan e o incrível time do Chicago Bulls em ação. Eram tempo onde o basquetebol ainda era bem difundido nas escolas públicas e o esporte era considerado o segundo do país, embora já estivesse perdendo terreno para o voleibol, mas essa é uma outra história. O fato é que esses três excelentes jogadores continuam "batendo um bolão" na liga mais forte do mundo, eu me pergunto: Qual o segredo para tanta vitalidade? Grant Hill quase aos 40 anos está fazendo uma temporada muito boa. Steve Nash deu 17 assistência outro dia num jogo do Suns e Jason Kidd ajudou os Mavs a conquista do titulo no ano passado. Ambos jogam com força e inteligencia, mas eles também já possuem algo que é fenomenal: A experiência de mais de 15 anos jogando na NBA. Eu faço outra pergunta: Você gostaria de tê-los em sua equipe?


Quantos anos mais será que eles ainda vão jogar com essa vitalidade e competência? Vê-los jogar ainda hoje, me remete a tempos de ouro do basquetebol do Brasil. Quando eu tinha 8 anos o Brasil ganhou o Panamericano de basquetebol masculino vencendo os americanos numa final que ficou para história como a competição que forçaria os gringos a lançarem o Dream Team para o mundo em 1992. Uma das estrelas daquela equipe vencedora em Indianapolis nos Estados Unidos jogou até os 44 anos: Oscar Schmidt. 


Eis a minha seleção da Old School: 


Steve Nash (38 anos), Jason Kidd (39 anos), Grant Hill (40 anos), Shaquille O'neal (quando parou estava com 38 anos) e Oscar Schmidt (quando parou estava com 44).   


E ai? Será que essa equipe conseguiria jogar contra o Oklahoma City Thunder, onde a média de idade é de 25 anos??????


A minha honrosa menção a esses e muitos outros atletas longevos que ainda hoje abrilhantam nosso basquetebol dando um show de vitalidade e competência.



Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil
Forte abraço.

Prof. Denilson Seckler
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domingo, 25 de março de 2012

ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA A JOGOS AMISTOSOS


Depois de dois meses de preparo inicial estamos prontos! As equipes de basquetebol da E.M.E.F Professora Maria Lucia dos Santos estão esperando oportunidades de fazer amistosos na quadra da escola.

Nossos meninos e meninas estão ansiosos por praticar o que estamos treinando. Nosso objetivo é manter uma agenda constante de jogos amistosos.

Se você é professor ou técnico de basquetebol de alguma escola particular ou pública e quer colocar suas equipes para jogar, vamos conversar. Deixe seu e-mail nos comentários e eu entrarei em contato para marcarmos amistosos.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasi
Forte abraço.

Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 23 de março de 2012

UM BRASILEIRO RECEBE UM LEGADO INCRÍVEL NA NBA


Se você acessar a página da NBA hoje (23/03/2012) ainda encontrará a foto do Leandrinho com o uniforme do Toronto Raptors, mas já é noticia que o nosso Barbosa está defendendo o Indiana Pacers. O Pacers que foi a equipe de um grande jogador do passado Reggie Miller, o grande atirador de 3 pontos, quem o viu jogar jamais esquecerá aqueles jogos decididos nos últimos segundos com uma bola "mortal de 3 pontos". 

Desejamos toda sorte para o Leandrinho e que ele possa, quem sabe,... tomar esse legado de Miller e fazer muitas cestas de 3 pontos.

Só para registrar.. Logo no primeiro jogo pelo Indiana ele jogou muito e fez uma jogada que entrou no TOP 10 DA NBA.

Parabéns Leandrinho e sorte em Indiana.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 9 de março de 2012

EU TENHO UM SONHO!

Duas gerações de alunos (atletas) de escola pública Eagles e X5


Não quero parafrasear a famosíssima frase de Martin Luther King Jr. Quero porém, resignificá-la na minha própria experiência profissional e explicá-la a todos vocês que participam desse blog.

Na ocasião em que o Dr. King proferiu a frase: 'I have a dream' a explicação veio logo depois e estava relacionado a solução de um dilema étnico/racial nos Estados Unidos da América. Uma boa solução já é vista ha um longo tempo naquele pais.

Meu sonho aqui não tem haver com etnia ou mesmo raça, tem haver com rumos, diretrizes, com um norte, uma direção para o basquetebol no Brasil.

Você pode pensar: 'Como esse professor se atreve a comparar uma causa tão nobre como a discrimição racial na América do norte, com os rumos de uma modalidade esportiva no Brasil?

Deixe-me tentar explicar a razão. Por conta daquele movimento liderado pelo Dr. King o negro americano passou a ter os direitos que lhe era devido. Meu sonho tem haver com assegurar que todas as crianças nas escolas públicas que queiram, possam ter a chance de praticar o esporte competitivo no seu ambiente mais comum depois da sua própria casa, ou seja, a ESCOLA.

A realidade porém, é bem diferente, mais de 80% das escolas não tem uma quadra devidamente equipada para a pratica de um esporte como o basquetebol (que exige uma estrutura minima para sua pratica a saber: Duas tabelas e duas cestas).
Nos próximos anos o Brasil estará na vitrine mundial dos esportes. Copa do Mundo e Olimpiadas num país que não tem uma tradição de investimento no esporte onde ele realmente acontece, insisto: na ESCOLA! Estranho não?
Meu sonho então, tem haver com todas essas ansiedades no sentido de proporcionar uma chance de os alunos das escolas no Brasil experimentarem o esporte competitivo na escola mesmo, e não como no exemplo brasileiro atual, que está concentrado nos clubes. O problema não é o esporte nos clubes, mas sim, o sistema de delegar a essas instituições o papel de propagar o esporte no Brasil. Não dá! Os clubes não tem esse papel, a ESCOLA sim. Os clubes estão no final do processo, são a ponta do iceberg não a base, pois quando isso acontece, o esporte fica elitizado e quase inacessível aos grandes potenciais que estão escondidos na escola.
Eu já encontrei e treinei grandes talentos que estavam ''mofando'' em suas escolas, pelo simples fato da escola não oferecer nenhum tipo de esporte competitivo.
Resumindo... Meu sonho é uma estrutura escolar onde o esporte competitivo é levado a sério! Onde os professores terão minimamente uma quadra bem equipada para treinar os alunos/talentos que se interessarem pelo basquetebol. Meu sonho é ver um sistema escolar com um campeonato forte e fonte da descoberta de grandes atletas brasileiros. E agora não estou só falando do basquetebol, mas sim de todas as modalidades possíveis (Tenho relatos de grandes resultados de professores municipais na cidade de São Paulo que trabalham com o Rugby, são heróis, valentes e visionários parabéns).

São inúmeros os casos de professores de educação fisica em todo Brasil que financiam com seus próprios recursos equipamentos básicos como: bolas, aros, redinhas e sem falar de uniformes, pagamentos de inscrições em torneios fora da escola e etc....

Meu sonho é reunir esses heróis brasileiros e fazer um grande movimento esportivo escolar pelo Brasil inteiro. Meu sonho é ver equipes de escolas públicas indo jogar em outros estados, e outros países de maneira permanente. Meu sonho é usar o esporte competitivo na escola para trazer de volta a disciplina e o respeito na escola, para trazer a saúde aos obesos infantis, para trazer a alegria do pertencimento de uma equipe (que influencia tão positivamente no caráter da criança e do adolescente).

Esse é meu sonho! Ver o Brasil, esse gigante cheio de potenciais, aproveitando verdadeiramente esse potencial, que está na ESCOLA.

Esse é meu sonho.


Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012


 
LANÇAMENTO DO SITE OFICIAL
X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012

"O melhor para os melhores..."


 
 
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

INTELIGÊNCIA OU MERAMENTE HABILIDADE? JEREMY LIN



Jeremy Lin atuando por Harvard, Warriors e Knicks

Existe uma máxima que diz: Ou se é inteligente ou se é atleta. Sempre odiei essa frase! Acredito firmemente o inverso dela quando se trata de um atleta de basquetebol.  Minha versão é: Ou se é inteligênte ou NÃO se é um atleta de basquetebol!

Insisto muito com meus alunos nas escolas por onde passo, que é fundamental ter um bom desempenho na sala de aula para se jogar bem na quadra. O basquetebol exige que o atleta tenha a lógica muito aguçada e perpicaz, pois é um jogo que tem como essência: lateralidade (noção de espaço),  agilidade no raciocínio e sequências de transição.

Para mim é o caso de Jeremy Lin, o fenômeno que está ganhando grande atenção mundial pelos últimos  jogos pelo New York Knicks. Ele era um desconhecido jogador da liga de desenvolvimento nos USA até mês passado, e no último jogo do Knicks contra o poderoso Lakers fez 38 pontos acompanhados com muita euforia e gritos para indicação de MVP.

Quero salientar que LIN veio Harvard University, ou seja, a melhor universidade do mundo! Para se estudar nela precisa-se ter um QI diferenciado. Por isso, a minha versão da ´máxima` que citei acima, se comprova agora: ´Lin é terceiro atleta vindo da Harvard University para NBA.`

Assisti os últimos três jogos de Lin pelo New York Knicks e não poderia deixar de dedicar essa postagem a esse jogador incrivelmente inteligente e habilidoso.

Sua trajetória é de um grande vencedor, inspire-se ao ler os detalhes em:

O basquetebol mundial ganha mais uma estrela e nós ganhamos mais uma fonte de inspiração ao conhecer JEREMY LIN.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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