Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte Abraço.
Prof. Denílson Seckler
Professor de Educação Física apaixonado por basquete e transformação corporal.
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
X5 INTENSITY BASKETBALL AND CLINICA PIBA 2013
A CILINICA PIBA é um acampamento de
basquetebol que envolve profissionais qualificados e especilizados em
basquetebol na cidade de Atibaia . O evento já contou com nomes como Dick Helm
(83 anos) ex-técnico da NBA, e muitos outros nomes importantes do basquetebol no
Brasil e nos USA.
Nos últimos 3 anos o X5 Intensity estabeleceu uma parceiria
com o evento e já levou dezenas de jovens atletas de São Paulo para passar uma
semana com muito basquetebol, aprendizado, amizade e lazer.
Em 2013 o X5
Intensity vai levar 45 jovens atletas de 11 a 17 para esse evento.
Você não pode
ficar de fora dessa!
As inscrições chegam a cada dia e o número de vagas é
limitado, por isso não deixa para a última hora, inscreva já e garanta seu
espaço nesse grande evento de basquetebol.
Para maiores informações acesse: http://is.gd/x5ibcamp ou comente esse post.
Vida longa ao basquetebol na escola e no Brasil.
Forte Abraço
Prof. Denílson Seckler
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
BRASUCADA COM INÍCIO EXCELENTE NA NBA
Dos 4 brasileiros nessa foto o unico que não jogou foi Nenê (contundido), os outros 3 tiveram suas estréias e foram ótima estréias.
Varejão jogando pelo Cleveland quase chegou ao tríplo duplo (uma marcar sensacional para o primeiro jogo), Leandrinho jogando de verde e branco (Boston) fez 16 pontos e arrancou elogios do seu técnico e Thiago jogando pelo Spurs foi muito efetivo nos minutos que ficou em quadra.
O início da brasucada foi excelente, vamos torcer para que eles mantenham o nível durante toda a temporada e para que Nenê se recupere e Fab Melo e Scott Machado tenham suas chances de estreiar por suas equipes.
Isso é algo maravilhoso para nosso país e para essa modalidade tão querida por nós.
Vida longa ao basquetebol na escola e no Brasil.
Prof. Denílson Seckler
Semi Final Municipal
Após uma longa espera desde a conquista da fase regional, eu e meninos temos um compromisso certo no próximo dia 7 de Novembro de 2012, fase semifinal das olimpiadas municipais.
O sonho de chegar as finais municipais ainda é muito forte e estamos trabalhando com muito foco para os próximos jogos.
Contamos com a torcida de nossos parceiros e amigos e com o empenho total de todos para alcançarmos nosso objetivo.
Forte abraço a todos os amigos e seguidores desse blog.
Contamos com a torcida de todos!
Vida longa ao basquetebol na escola e no Brasil.
Prof. Denílson Seckler
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
YMCA World Challenge 2012
No último dia 13 de Outubro eu e meus alunos fomos convidados a participar do dia mundial do basquetebol na ACM Lapa em São Paulo.
Foi um dia maravilhoso com muito basquetebol, amizade e suor. Fizemos alguns amistosos com as equipes da ACM e compartilhamos de momentos memoráveis.
Mas a nossa ida para lá me marcou muito, fiquei emocionado por participar de um evento tão importante e numa instituíção tão importante como a YMCA. Especialmente porque foi na YMCA que o basquetebol foi criado pelo professor canadense James Naismith em 1891.
Nosso dia foi muito marcado por esse fato histórico e por essa razão eu faço nessa matéria um convite especial a todos os amantes de basquetebol que me acompanham por aqui. Façam uma busca no Google e investiguem a vida de James Naismith o criador do basquetebol e volte as origens desse esporte tão querido por todos nós.
Forte abraço
Vida longa ao basquetebol na escola e no Brasil
Prof. Denílson Seckler
sábado, 6 de outubro de 2012
UMA COMBINAÇÃO DE SUCESSO.
Faço na primeira postagem desse mês (um dia antes do primeiro turno das eleições municipais) uma pequena reflexão baseada no que temos vivido no trabalho em nossa escola.
Eu aprendi com Deus, a vida e muitos professores que passaram por minha vida que não devemos olhar os obstáculos a nossa frente e sim as oportunidades e dar um passo de cada vez.
Em 2010, eu precisei deixar uma escola na região de Parelheiros em São Paulo, onde trabalhei por 3 anos contra minha vontade. Deixei um histórico de um tricampeonato na competição mais importante que a escola já havia participado e muitas amizades verdadeiras conquistadas durante aquele tempo. Foi muito duro ter que sair de lá!
Em Novembro daquele mesmo ano, eu soube que minha transferência havia saido e que eu iria para uma nova escola bem mais perto de minha casa na região de Interlagos. Tão logo eu soube de tal fato, procurei a direção da escola e fiz uma propósta que julgava ser muito importante para o seguimento de meu trabalho e experiência como educador e formador de atletas do basquetebol. Eu desafiei o diretor a implantarmos um projeto de esporte na escola usando o basquetebol como carro chefe.
Para meu espanto e alegria esse diretor se mostrou extremamente aberto e receptivo, interessado em proporcionar algo de valor aos alunos de sua escola e em apoiar um projeto que visava a melhoria de tais alunos (O nome do Diretor e Paulo Gonçalo dos Santos, menciono aqui para prestar um homenagem a esse grande educador).
Essa foi a grande mistura:
Um desejo de fazer algo que se ama + o apoio necessário vindo de quem tem poder, coragem e influência e não tem medo de ariscar.
O resultado dessa combinação que requer muito trabalho e adaptação diária está ilustrado nas fotos acima, onde celebramos nosso bicampeonato reginal estudantil e o apoio da equipe gestora da nossa escola.
Estamos partindo para a semifinal municipal e já recebemos nosso uniforme oficial que iremos apresentar para toda escola na semana do dia 8 de Outubro.
Antes mesmo de chegar o final de nossa programação desse ano 3 de nossos alunos já foram convidados a integrarem uma equipe de um clube da federação paulista de basketball.
maravilhoso não? Mas preciso dizer que nem tudo foi só alegria nesses dois primeiros anos de trabalho na escola. Além do trabalho desgastante semana após semana, ainda precisamos lidar com as controvérsias, os olhares de reprovação de alguns colegas de trabalho que não entendem o objetivo do projeto, a letargia que afeta como um câncer o chamado serviço público e impede o crescimento do país e é claro o embate de ideias contrarias, a necessidade de convencer a comunidade e os pais a se envolverem com os filhos, a falta de recurso financeiro e outras coisas. Mas nenhuma dessas coisas nos impede de fazer o que amamos e como eu disse essa combinação é de sucesso. 100% dos alunos envolvidos com o basquetebol na escola melhoraram suas notas e comportamento e só isso para mim já é uma conquista pela qual vale a pena lutar.
Como palavra final deixo um desafio a meus colégas professores de educação fisica:
Combine: Seu amor pelo que faz + a disposição de enfrentar um sisitema desenhado para o fracasso da sociedade estudatil e você terá um sucesso que vai além dos trofeus e medalhas: A chance de influenciar um geração.
Vamos combinar?
Abração e até a próxima.
Prof. Denílson Seckler
PS: Vote pensando em melhorar a educação de nosso municipio!
terça-feira, 4 de setembro de 2012
UMA REFLEXÃO SOBRE GANHAR E PERDER.
Equipe feminina de basquetebol do X5 EMEF Prof. (A) Maria Lucia
Como professor, procuro sempre ensinar algo a meus alunos, e tenho me utilizado muito da competição como instrumento para tal. O relato a seguir tem tudo haver com isso.
No último final de semana eu e minha equipe feminina de basquete aprendemos valiosas lições acerca de vitória e derrota. Nós trouxemos do ano passado um título invícto da fase regional das olimpíadas estudantis e uma bagagem gigante de treinamentos nesse ano. Esse ano recebemos essa fase nas depedências de nossa escola. O cenário estava extremamente favorável a um
bi-campeonato... Chegamos a final, como era de se esperar, mas lá (no jogo final) descobrimos nossa primeira lição vinda de um derrota ridícula num jogo onde minhas meninas não sabiam o que fazer em quadra e erraram muito.
Ficamos com a medalha de prata, perdemos para a mesma equipe que no ano anterior haviamos vencido na final. Choro, tristeza e frustração. No final quando sentamos juntos para avaliar o jogo, descobrimos coisas que nos surpreenderam bastante e também nos ensinaram muito.
O excesso de confiança de nossa equipe foi um fator cruxial para que perdessemos o campeonato, pois as meninas entraram em quadra certas da vitória (elas se basearam na vitória do ano anterior). Tão logo nossas adversárias fizeram a primeira cesta, nossa equipe se perdeu... Não estavam preparadas para tal situação e a conclusão foi a já citada derrota. As lições que aprendemos com essa derrota foram: humildade não pode ser substituida por auto-confiança, cada jogo, é um jogo diferente, não podemos basear um jogo no que já jogamos, uma vitória nem sempre demonstra a real situação de uma equipe (nossa equipe continua sendo melhor que nossa adversária) e nem sempre a melhor equipe vence um jogo.
No mesmo final de semana fomos ao bairro de Barro Branco na zona leste para disputar um torneio de trios e eu levei minhas meninas novamente para competirem... Perdemos novamente, mas com o reflexo do dia anterior nossas meninas jogaram focadas, humildes e valentes e enfrentamos uma equipe com faixa etária e nível maiores que o nosso.
Ficamos com a medalha de prata novamente, mas com uma diferença brutal: A primeira medalha de prata que recebemos na sexta feira teve um gosto horrível de bronze, mas a medalha de prata do sábado teve um sabor maravilhoso de ouro.
Para finalizar essa reflexão, a maior lição que aprendemos foi:
Quando damos o nosso melhor na quadra e na vida, não importa a cor da medalha que vamos pendurar no nosso pescoço, seremos sempre vitoriosos, se não damos o nosso melhor na quadra e na vida seremos sempre derrotados....
E tem pessoas que dizem que a competição não ensina...
Grande abraço.
Prof. Denílson Seckler
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