domingo, 25 de março de 2012

ESTÁ ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA A JOGOS AMISTOSOS


Depois de dois meses de preparo inicial estamos prontos! As equipes de basquetebol da E.M.E.F Professora Maria Lucia dos Santos estão esperando oportunidades de fazer amistosos na quadra da escola.

Nossos meninos e meninas estão ansiosos por praticar o que estamos treinando. Nosso objetivo é manter uma agenda constante de jogos amistosos.

Se você é professor ou técnico de basquetebol de alguma escola particular ou pública e quer colocar suas equipes para jogar, vamos conversar. Deixe seu e-mail nos comentários e eu entrarei em contato para marcarmos amistosos.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasi
Forte abraço.

Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 23 de março de 2012

UM BRASILEIRO RECEBE UM LEGADO INCRÍVEL NA NBA


Se você acessar a página da NBA hoje (23/03/2012) ainda encontrará a foto do Leandrinho com o uniforme do Toronto Raptors, mas já é noticia que o nosso Barbosa está defendendo o Indiana Pacers. O Pacers que foi a equipe de um grande jogador do passado Reggie Miller, o grande atirador de 3 pontos, quem o viu jogar jamais esquecerá aqueles jogos decididos nos últimos segundos com uma bola "mortal de 3 pontos". 

Desejamos toda sorte para o Leandrinho e que ele possa, quem sabe,... tomar esse legado de Miller e fazer muitas cestas de 3 pontos.

Só para registrar.. Logo no primeiro jogo pelo Indiana ele jogou muito e fez uma jogada que entrou no TOP 10 DA NBA.

Parabéns Leandrinho e sorte em Indiana.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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sexta-feira, 9 de março de 2012

EU TENHO UM SONHO!

Duas gerações de alunos (atletas) de escola pública Eagles e X5


Não quero parafrasear a famosíssima frase de Martin Luther King Jr. Quero porém, resignificá-la na minha própria experiência profissional e explicá-la a todos vocês que participam desse blog.

Na ocasião em que o Dr. King proferiu a frase: 'I have a dream' a explicação veio logo depois e estava relacionado a solução de um dilema étnico/racial nos Estados Unidos da América. Uma boa solução já é vista ha um longo tempo naquele pais.

Meu sonho aqui não tem haver com etnia ou mesmo raça, tem haver com rumos, diretrizes, com um norte, uma direção para o basquetebol no Brasil.

Você pode pensar: 'Como esse professor se atreve a comparar uma causa tão nobre como a discrimição racial na América do norte, com os rumos de uma modalidade esportiva no Brasil?

Deixe-me tentar explicar a razão. Por conta daquele movimento liderado pelo Dr. King o negro americano passou a ter os direitos que lhe era devido. Meu sonho tem haver com assegurar que todas as crianças nas escolas públicas que queiram, possam ter a chance de praticar o esporte competitivo no seu ambiente mais comum depois da sua própria casa, ou seja, a ESCOLA.

A realidade porém, é bem diferente, mais de 80% das escolas não tem uma quadra devidamente equipada para a pratica de um esporte como o basquetebol (que exige uma estrutura minima para sua pratica a saber: Duas tabelas e duas cestas).
Nos próximos anos o Brasil estará na vitrine mundial dos esportes. Copa do Mundo e Olimpiadas num país que não tem uma tradição de investimento no esporte onde ele realmente acontece, insisto: na ESCOLA! Estranho não?
Meu sonho então, tem haver com todas essas ansiedades no sentido de proporcionar uma chance de os alunos das escolas no Brasil experimentarem o esporte competitivo na escola mesmo, e não como no exemplo brasileiro atual, que está concentrado nos clubes. O problema não é o esporte nos clubes, mas sim, o sistema de delegar a essas instituições o papel de propagar o esporte no Brasil. Não dá! Os clubes não tem esse papel, a ESCOLA sim. Os clubes estão no final do processo, são a ponta do iceberg não a base, pois quando isso acontece, o esporte fica elitizado e quase inacessível aos grandes potenciais que estão escondidos na escola.
Eu já encontrei e treinei grandes talentos que estavam ''mofando'' em suas escolas, pelo simples fato da escola não oferecer nenhum tipo de esporte competitivo.
Resumindo... Meu sonho é uma estrutura escolar onde o esporte competitivo é levado a sério! Onde os professores terão minimamente uma quadra bem equipada para treinar os alunos/talentos que se interessarem pelo basquetebol. Meu sonho é ver um sistema escolar com um campeonato forte e fonte da descoberta de grandes atletas brasileiros. E agora não estou só falando do basquetebol, mas sim de todas as modalidades possíveis (Tenho relatos de grandes resultados de professores municipais na cidade de São Paulo que trabalham com o Rugby, são heróis, valentes e visionários parabéns).

São inúmeros os casos de professores de educação fisica em todo Brasil que financiam com seus próprios recursos equipamentos básicos como: bolas, aros, redinhas e sem falar de uniformes, pagamentos de inscrições em torneios fora da escola e etc....

Meu sonho é reunir esses heróis brasileiros e fazer um grande movimento esportivo escolar pelo Brasil inteiro. Meu sonho é ver equipes de escolas públicas indo jogar em outros estados, e outros países de maneira permanente. Meu sonho é usar o esporte competitivo na escola para trazer de volta a disciplina e o respeito na escola, para trazer a saúde aos obesos infantis, para trazer a alegria do pertencimento de uma equipe (que influencia tão positivamente no caráter da criança e do adolescente).

Esse é meu sonho! Ver o Brasil, esse gigante cheio de potenciais, aproveitando verdadeiramente esse potencial, que está na ESCOLA.

Esse é meu sonho.


Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012


 
LANÇAMENTO DO SITE OFICIAL
X5 INTENSITY BASKETBALL CAMP 2012

"O melhor para os melhores..."


 
 
Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

INTELIGÊNCIA OU MERAMENTE HABILIDADE? JEREMY LIN



Jeremy Lin atuando por Harvard, Warriors e Knicks

Existe uma máxima que diz: Ou se é inteligente ou se é atleta. Sempre odiei essa frase! Acredito firmemente o inverso dela quando se trata de um atleta de basquetebol.  Minha versão é: Ou se é inteligênte ou NÃO se é um atleta de basquetebol!

Insisto muito com meus alunos nas escolas por onde passo, que é fundamental ter um bom desempenho na sala de aula para se jogar bem na quadra. O basquetebol exige que o atleta tenha a lógica muito aguçada e perpicaz, pois é um jogo que tem como essência: lateralidade (noção de espaço),  agilidade no raciocínio e sequências de transição.

Para mim é o caso de Jeremy Lin, o fenômeno que está ganhando grande atenção mundial pelos últimos  jogos pelo New York Knicks. Ele era um desconhecido jogador da liga de desenvolvimento nos USA até mês passado, e no último jogo do Knicks contra o poderoso Lakers fez 38 pontos acompanhados com muita euforia e gritos para indicação de MVP.

Quero salientar que LIN veio Harvard University, ou seja, a melhor universidade do mundo! Para se estudar nela precisa-se ter um QI diferenciado. Por isso, a minha versão da ´máxima` que citei acima, se comprova agora: ´Lin é terceiro atleta vindo da Harvard University para NBA.`

Assisti os últimos três jogos de Lin pelo New York Knicks e não poderia deixar de dedicar essa postagem a esse jogador incrivelmente inteligente e habilidoso.

Sua trajetória é de um grande vencedor, inspire-se ao ler os detalhes em:

O basquetebol mundial ganha mais uma estrela e nós ganhamos mais uma fonte de inspiração ao conhecer JEREMY LIN.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

PERSONAL BASKETBALL COACH

Joe Ward é personal basketball coach de diversos atletas nos USA.
Entre os quais está Leandro Barbosa.

No final da última temporada da NBA (2010-2011) uma reportagem chamou muito minha atenção no intervalo de um dos jogos das finais entre Dallas e Miami. A matéria mostrava o alemão Dirk Nowitzky com um senhor numa quadra em Dallas. Eles estavam treinando a eficaz "fadeaway" (jogada muito característa no basketball: o atleta arremessa a bola projetando seu corpo para trás). O que me deixou muito motivado, foi saber que aquele homem que o acompanhava havia sido seu técnico nos tempos de Basketball na Alemanha sxe tornando seu Personal Basketball Coach.

Este termo não é muito usado ainda no Brasil por não ser  difundido. O termo lembra, e muito, do já conhecidíssimo Personal Trainer. A diferença entre os dois é que o PBC (Personal Basketball Coach) tem além do dominio das váriáveis do condicionamento fisico, o dominio da modalidade de Basquetebol.

Os resultados de se treinar com um PBC são 3 vezes mais rápidos em relação ao treino em conjunto, no que se refere a especializações, ou seja, o atleta que treina com um PBC melhora seu jogo nos aspectos técnicos (que são decisivos, pois do que adianta fazer uma jogada com maestria e errar o arremesso?), táticos em se tratando do melhor posicionamento na quadra, físicos e psicológicos (existe ainda mais um aspecto, mas este trabalharei isoladamente numa próxima postagem).

Tive o prazer de conhecer o Coach Ward em 2010 durante o LB 10 Camp que foi realizado nas cidades de Phoenix, Tempe e Mesa no estado do Arizona (USA) e acompanhei seu trabalho como PBC. Além de treinar o famoso jogador Leandrinho (hoje no Toronto Raptors e na ocasião citada no Phoenix Suns), ele treinava pessoalmente diversos atletas em vários níveis e todos de maneira "personal". O trabalho que mais chamou a minha atenção com o coach Ward foi a preparação de jogadores para o Draft da NBA. Antes de irem para o acampamento, e para os treinos, onde são selecionados os melhores atletas para os times da temporada seguinte, eles treinavam em sessões individuais com o coach, as vezes duravam mais de 5 horas no dia. É perceptível a importância que dão ao treino personalizado, concorda?

Aqui no Brasil, não por uma questão cultural, pois acredito que os atletas entendam a necessidade de um treino personalizado, mas por outros fatores, o PBC não encontra tantas oportunidades para efetivar seu trabalho de personal.

Há dois anos trabalho como PBC de um grupo pequeno de atletas estudantis em São Paulo, sempre no primeiro semestre do ano. Preparo-os para as temporadas em suas escolas (hoje, todos estes atletas estudam em escolas americanas), mesmo com o número reduzido os resultados são tão expressivos que o crescimento do atleta é notado por eles, seus pais e seus treinadores.

Em suma, o PBC é um técnico que presta um serviço personalizado de condicionamento técnico, tático, fisico e mental através do basquetebol.  

Ressalto que uns dos principais motivos, senão o principal, que o  alemão Dirk Nowitzky é considerado o melhor jogador da NBA da última temporada por causa do seu PBC.

Queira Deus que nosso basquetebol evolua para chegarmos ao nível que jogadores (não só profissionais) em nosso país tenham seus próprios PBCs.


A foto que foi públicada nessa postagem, foi gentilmente cedida pelo Técnico João Padola, organizador do LB 10 Camp em Phoenix 2010. Recomendo a todos que participem do blog do Padola, acesse: jcoachpadolablogspot.com e aprenda cada vez mais.


Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.
Forte abraço.
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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

CAIO DANIEL = DEDICAÇÃO, AMIZADE, SUOR E VITÓRIA.


Caio Daniel Campeão do sub-13 em Atibaia.

Olá amantes do basquetebol, esse mês vou dedicar a primeira postagem a um aluno muito querido: Caio Daniel. Em 2009 começou a treinar comigo no IBK. Sua dedicação e o seu comportamento exemplar sempre me chamaram atenção. Hoje com 12 anos pude comprovar o seu crescimento como pessoa, principalmente, como atleta. No Camp do ano passado na PIBA foi um dos destaques da semana. Já este ano, ele foi campeão da sua categoria, além de dar um exemplo de amizade e cooperatividade.
Nos próximos anos ele passará pelo que chamamos de “estirão” e com toda essa potência, força e inteligência dará muito trabalho na quadra aos marcadores. O cara está jogando um “bolão!
Parabéns Caio, por nos representar tão bem em Atibaia (PIBA). Continue sendo o cara que você é, assim como, treinando com determinação e paixão pelo basquete pois o futuro promete...
“Sempre dê o melhor de si e será um vencedor.”
Tenho orgulho de ter sido seu primeiro técnico!

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.

Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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