domingo, 1 de janeiro de 2012

FELIZ 2012



QUE EM 2012 SUAS FORÇAS SE RENOVEM E QUE AS SUAS POSSIBILIDADES SE TORNEM SUAS REALIDADES.
SÃO MEUS VOTOS SINCEROS A CADA UM DE VOCÊS QUE SEGUEM ESSE BLOG.

PARA ESSE NOVO ANO PREPAREI PARA CADA MÊS 4 POSTAGENS, QUE ESPERO AJUDEM A CADA UM DE VOCÊS A SE APAIXONAR MAIS POR ESSA MODALIDADE INCRÍVEL CHAMADA BASQUETEBOL.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.

Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
CREF: 086643-G/SP
RF:7931964/1

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O BASQUETEBOL COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO SOCIAL

José Elenildo, um dos destaques do projeto basquete 2011

Uma das verdades que aprendi em minha vida é a seguinte: "As más companhias corrompem os bons costumes e as boas companhias te levam adiante". Uma das duas postagens desse mês é de um desses caras que nos fazem ir a diante.  
Em nossos dias atuais  temos visto por muitas vezes  a midia noticiando nossa juventude envolvida em projetos franqueados  ou diretamente patrocinados  por diversos grupos  criminosos, que tem se estabelecido sob a pseudo oferta do sucesso rápido e status perante sua comunidade. Diante desse quadro faço a seguinte pergunta: Como superar essa idéia de sucesso e poder que tem arrastado nossos jovens para os 'BAILES FUNKS' da vida, que sabemos ser patrocinados por estas entidades  , para as bocas de fumo, para as gangs e movimentos
semelhantes? Em minha opinião, a linguagem de que se utilizam estes grupos são, via de regra , a forma de seduzir e convencer nossos jovens a participar de suas atividades  e assim assimilar suas filosofias..Sem ter a pretensão de responder de forma absoluta à pergunta, gostaria de dizer que o esporte, e particularmente o basquetebol, apresenta uma linguagem universal que pode ser utilizada como uma alternativa de superar as propostas  do mundo do crime e dar oportunidades para desmarginalizar a mente de nossos jovens.
Atualmente realizamos atividades  com basquetebol em comunidades carentes e temos visto na prática que o basquete tem sido veículo de transmissão de valores para a juventude. Realizamos recentemente uma clínica de basquetebol para crianças  jovens  em Cidade Tiradentes, onde contamos com a ajuda de professores, líderes da comunidade, pais  e alunos de escolas públicas e líderes de projetos sociais e religiosos. Conseguimos  reunir 105 atletas neste evento e apresentar uma proposta bem diferente para participação de nossa comunidade juvenil. Diante destas circunstâncias só consigo dizer que vale a pena lutar, vale a pena se dedicar e procurar mostrar caminhos diferentes para seguir na vida. 

Marcilio Dantas dos  Santos

Marcilio é um amigo e um companheiro nas batalhas que travamos usando o basquete como instrumento, já trabalha há anos com projetos que usam o basquetebol afim de dar uma oportunidades aos jovens de hoje. Se você gostou e quer compartilhar experiências com ele, faça um comentário nesse blog e disponibilizaremos os contatos dele. Obrigado e até a próxima postagem.

Vida longa ao Basquetebol na escola e no Brasil.

Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

VENCER SEMPRE, MESMO NA DERROTA.



Se existe uma verdade que aprendi logo que comecei a jogar basquete nos anos 90 foi: "Eu nunca sairei derrotado da quadra se eu der meus 100% lá".

Esse conceito, verdade, ensinamento, máxima e paradiga (como você preferir) foi incorporado ao meu ser de maneira radical desde que eu o ouvi pela primeira vez. O melhor de tudo foi que essa verdade inundou, não só minha disposição em quadra, mas passou a moldar a maneira como encaro qualquer tafera em minha vida (procuro sempre entregar meus 100% em tudo o que faço, não estou dizendo que consigo todas as vezes, mas me esforço para chegar o mais perto possível).
Como professor procuro transmitir esse conceito para meus alunos em todos os treinos e todas as conversas que tenho com cada um dos alunos e atletas.
No ultimo dia 04 de Novembro tive uma grata surpresa com minha equipe sub-13 feminina (ou pré-mirim para os antigos) nas olimpiadas escolares de São Paulo. Nós haviamos vencido os 8 dos 8 jogos que haviamos disputados, era o primeiro de dois jogos decisivos das semifinais, nossas adversárias estavam muito bem treinadas e já jogavam juntas há três anos. Um grande desafio. Como eu suspeitava o ritmo de jogo foi fortemente marcado pelo introsamento de nossas adversárias. Era ainda os primeiros minutos de jogo e o placar já era contrário a nossa equipe em alguns digitos. Ao final do primeiro quarto minhas meninas pararam! Era como se elas assistissem o jogo bonito das adversárias. Eu parei o jogo (claro), e perguntei: "Vocês estão preocupadas com placar?", um momento de silêncio, "estamos professor", elas responderam. "Tudo o que eu espero de vocês é que se empenhem e dêem tudo de si para realizar o que treinamos, não se preocupem com o placar, ele não determina se somos vencedores ou não", eu disse a elas. Um olhar fixo foi a resposta a meus comentários e uma atitude vencedora foi o que observei até que o árbitro apitou o final do jogo. Nos dois quartos seguintes nós neutralizamos o ataque delas e nenhum ataque se transformou em pontos (exceto dois pontos feitos através de lances livres). Nossa equipe defendeu como se estivesse jogando uma final de campeonato brasileiro, foi incrível. Chegamos muito perto do empate faltando apenas dois minutos para acabar o jogo, mas erramos uma cesta de três decisiva (que em minha opinião foi errada por uma falta não apitada) e como só contavamos com 7 guerreiras, nos faltou o gás necessário para o final e perdemos ambos: Jogo e a chance de irmos as finais municipais. Entretanto, tão logo minhas meninas sairam da quadra, um misto de alegria e tristeza tomou nossos corações. Tristeza por sabermos que a competição acabava ali para nós, mas uma alegria que segurou nosso choro e manteve nossas cabeças erguidas, pois aquele foi o melhor jogo do dia e porque não dizer da fase.
Voltamos para casa como vencedores, alegres e confiantes com a consciência tranquila pois demos nosso 100% naquela quadra.

Acredito que um pouco dessa verdade entrou no coração de minha equipe aquele dia e quem sabe as acompanhará para sempre.

Parabéns a equipe vencedora e parabéns as atletas de basquetebol sub-13 da EMEF Prof. Maria Lucia dos Santos, pois elas descobriram que podem sempre sair da quadra vitoriosas (mesmo que o placar diga o contrário) quando entregarem tudo o que possuem nela (quadra).

Vida longa ao Basquetebol na escola.

Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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JOGANDO PARA VENCER



Depois do impacto positivo que recebi lendo o livro de Michel Jordan mês passado, decidi comprar todos os livros da coleção: "Na Vida Como No Esporte" da editora Sextante. Durante esse mês estou investindo um tempo precioso lendo outro livro da série, assinado pelo glorioso John Wooden e, novamente, analisado pelo premiado técnico Bernardinho.
Este é um livro de filosofia de equipe, ética e valores no trato com o próximo e seus liderados, ensinado-nos a excelência da competição. John descobriu em sua trajetória alguns  segredos valiossímos e que, humildemente compatilha com seus leitores. Leia e descubra quais são, vale a pena! Fica mais uma sugestão a todos vocês amantes do basquetebol. 

Boa leitura.

Forte abraço.
Prof. Denilson Seckler
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terça-feira, 25 de outubro de 2011

NUNCA DEIXE DE TENTAR


Provavelmente vocês já leram esse maravilhoso livro de Michel Jordan. Caso você não tenha lido ainda, fica minha sugestão: "Nunca deixe de tentar" é um livro facíl de se ler e muito claro para que você entenda como estabelecer metas em sua vida, enfrentar seus medos e superar fracassos.
Leia este livro e desfrute dos conselhos desse fenômemo das quadras e também do técnico Bernardinho que o analisa ponto a ponto.

Boa leitura.

Forte abraço.Prof. Denilson Seckler
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sábado, 8 de outubro de 2011

ARGENTINA E COLOMBIA DE VERDE E AMARELO?


O céu da Argentina e da Colombia foram pintados de verde e amarelo.
As duas seleções masculina e feminina de basquetebol do Brasil obtiveram suas classificações para as olimpiadas de Londres 2012.

Depois de 16 anos veremos ano que vêm algo que só ocorreu duas vezes na história do nosso país à saber: Nossas duas seleções disputando a mesma olimpiadas, as outras duas foram em Barcelona '92 e Atlanta '96 e ano que vêm seremos super bem representados por duas seleções lutadoras e unidas.

Parabéns a todos esses atletas e comissões técnicas super profissionais e dedicados.

Toda sorte para 2012.

Forte abraço.Prof. Denilson Seckler
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Massificar para sobreviver.


Com vários comentários sobre o propósito dos Jogos Olímpicos no Brasil e a belíssima conquista do guerreiro time brasileiro de basquetebol, escolhi direcionar a postagem desse mês para esse assunto.
Estive pensando como nossa modalidade pode se elevar aos próximos ciclos olímpicos, por isso quero porpor uma reflexão sobre MASSIFICAÇÃO.
Começarei com a definição dessa palavra:
massificação
(massificar + -ção)
s. f.
s. f.
Fenômeno Fenômeno pelo qual, numa sondagem, num inquérito, etc., um número crescente de indivíduos apresenta um número cada vez maior de características ou de combinações de características comuns.
Em minhas palavras: massificar é tornar algo praticável por muitas pessoas. Pense no que significaria a expressão: massificar o basquetebol. Agora responda a seguinte pergunta: “ O basquetebol está amplamente massificado no Brasil? Se você chegar a resposta sim, por favor me mande um e-mail e compartilhe comigo seus números, expectativas e projeções, se porém sua resposta seguir o caminho do não continue lendo essa postagem.
Como já disse em postagens anteriores sou professor da rede pública municipal de São Paulo, atuo numa comunidade carente e dirijo um projeto de basquetebol na minha escola. Atualmente, participam (Hoje conto com a participação de) 25 alunos da escola (de um universo de 600 alunos). Nossa quadra é boa, temos material para o treino (incluindo uma tabela com cesta, o que é raro nas escolas da rede), mas não temos uma adesão que se possa chamar de satisfatória. Diante disso, vou tentar explicar a razão desse resultado: o basquete caiu da segunda para a nona posição (de o esporte número dois para o número nove) no Brasil nos últimos 20 anos, ou seja, se tornou um esporte impopular (com pouquíssima popularidade). Por Nenhum jogo ser (é) vinculado na TV aberta a divulgação em massa fica limitada apenas aos que podem ter uma TV a cabo, ou seja, a modalidade não desperta a curiosidade e nem o interesse dos estudantes. (o que dificulta muito a divulgação para a grande massa). Na escola a modalidade caiu da terceira para a última posição (lugar) dos esportes mais praticados.
As razões se diferem nos âmbitos nação e escola, mas no final aponta para o mesmo  resultado: péssimo. Para se ter uma idéia do que estou falando, na dimensão escolar por exemplo, algumas redes públicas obrigam uma equipe de futsal que queira jogar campeonatos oficiais se inscreverem em uma equipe de basquetebol como parte do processo de inscrição, podendo não efetivá-la (se efetivar sua inscrição) caso não houvesse uma (haja tal) equipe para participar. O que acontece então com essas equipes? Bem, como bons brasileiros sempre encontram um “jeitinho” para tudo, os alunos inscritos para o futebol são os mesmos que participam dos jogos de basquete, incentivados pelo professor a passarem por essa “prova de fogo” por amor ao time e ao futebol, e também para se divertirem um pouco correndo atrás da bola. O que se esperar dos e os jogos de basquete nessas olimpíadas estudantis são horríveis em todas as categorias.
Outro problema muito sério que enxergo como barreira para o crescimento da qualidade do basquete em nosso país é o sistema esportivo instaurado no Brasil. Esse sistema concentra o esporte de nível nos clubes e não nas escolas. A capacidade de formação de atletas com expectativa de um futuro através do basquete se reduz drasticamente, ou seja, os clubes são pagos por sócios que inscrevem seus filhos nas equipes de formação, deixando poucas vagas para atletas talentosos que vem do ambiente escolar e que não são sócios de nenhum clube. Para mim esse sistema é falido e sem futuro, especialmente no ambiente da escola, pois elitiza o esporte num país de proporções continentais que tem um amplo universo de possibilidades, de descoberta de talentos e de atletas renomados. Não quero nem tocar na questão da incapacidade administrativa dos dirigentes dos clubes em tornar o basquetebol em um simples jogo, ao invés de um show de entretenimento onde famílias pudessem ir aos jogos e gozarem de um bom assento, segurança, shows nos intervalos e facilidades que estimulassem o consumo de alimentos/bebidas, gerando lucro e diversão. Além de despertar a paixão dos brasileiros pelo basquete (no molde atual já é um milagre os jogos terminarem sem morte,  zem jogos que mais parecem uma batalha Platônica de amor e ódio entre eternos “rivais medievais” chamados clubes, em uma arena chamada quadra, com carrascos chamados árbitros e sacerdotes chamados técnicos – que também se odeiam muito e jamais cooperam para formação de novos técnicos qualificados, com medo de perderem suas posições “episcopais” no mundo sagrado do ridículo circo de clubes brasileiros,- todos eles assistidos pelos “papinhas”, cartolinhas de clubes que investem míseros reais para “não parar com o basquete” em suas gestões, mas vamos deixar esse assunto para lá).
Minha mãe sempre me disse: bons exemplos existem para serem seguidos. Pensando nessa frase de minha mãe me perguntei: Como transformar uma modalidade impopular em um país em uma sensação? Minha resposta? Massificar tal modalidade! E como fazê-lo? Seguindo o bom exemplo de quem já está fazendo tal modalidade ser uma espetáculo, além de formar atletas apaixonados e especialistas.
Muitos podem comentar sobre a greve na NBA, mas precisam levar em consideração a atual situação financeira dos EUA, e também dos muitos anos da indústria bilionária que tem sido o basquete naquele país. Sem contar as eternas cenas que jamais esqueceremos como as deixadas por Michel Jordan, Larry Bird e Magic Jonhson. 
Pensando em como massificar o basquete, como torná-lo atraente novamente a milhares de alunos e muito mais acessível aqueles que querem viver dele, aqui vão alguns tópicos que poderíamos discutir. Vou colocá-los de maneira organizada e clara para desenhar em palavras o que sonho para nossa modalidade:
  •     Trazer a prerrogativa da escola como formadora de talentos no basquete, não os clubes (para isso o prazer da competitividade deve voltar à escola; professores especializados no basquete devem ser estimulados e contratados para treinarem equipes competitivas no ambiente escolar desde sua formação universitária; organização de torneios, premiações e honras de atletas para os vencedores das competições; destaque para alunos com grande rendimento na quadra e na sala de aula;  intercâmbios com escolas internacionais para o crescimento dos alunos atletas e o estimulo frequente a que esses alunos seguissem carreira no basquete).
  •     Toda escola deve ter equipes de treinamento no basquetebol com torneios intercalasses para todas as idades, cronologicamente adaptadas ao inicio da pratica esportiva, com seletivas para os melhores de cada classe para que possam representar a escola numa olimpíada escolar. Seria uma espécie de laboratório para selecionar os melhores de cada região, município, estado e assim por diante, até selecionarem os melhores do país para intercâmbios internacionais e etc.
  •      Os clubes profissionais deveriam investir mais no conforto da audiência e no marketing do basquetebol profissional, criando facilidades como segurança, conforto, entretenimento nos intervalos dos jogos (danças, shows, imagens em um telão gigante como um placar exibindo lances do jogo e etc). Os clubes deveriam se unir num esforço de divulgar o basquete em rede aberta (mesmo que precisassem pagar um horário num canal para tal) contando com os patrocinadores para isso e apresentando um verdadeiro show ao fazê-lo, pois através dessas ações atrairiam o patrocínio.
  •        As instâncias governamentais devem incentivar as universidades a fortalecerem seus departamentos atléticos para oferecerem bolsas de estudo custeadas pelo governo, aos alunos que se destaquem em sala de aula e na quadra.

  •       Uma escola permanente de técnicos deve ser iniciada, onde os técnicos mais velhos deveriam dividir seus conhecimentos do jogo com os técnicos novatos em sistemas de clínicas e palestras sistemáticas. Poderia ser custeadas por ambos os alunos dos cursos e ligas que pagariam por tais cursos de capacitação. O incentivo e o compartilhar das informações deve ser tão constante que a aprendizagem e o prazer em melhorar sejam naturais e realizadores. Os técnicos iniciantes não devem ser encarados como “ameaças”, mas como a continuidade e o futuro da profissão e modalidade.
Você deve estar pensando: “Isso não funciona no Brasil, só para o pêlo loiro e olhos azuis do norte”, se for isso o que está passando em sua mente agora, deixe-me te encorajar com outros brasileiros que estão dando uma aula de organização em sua modalidade.
Em 1984 o Brasil conquistou uma medalha de prata no voleibol, e essa geração ficou conhecida como “geração de prata”. Essa geração deixou um legado para as gerações futuras, parece que essa medalha de prata deixou um desejo imenso de experimentar o lugar mais alto do pódio. Desde 1984 os brasileiros têm organizados suas competições de voleibol, suas relações com a mídia, seu marketing e o mais importante a renovação dos atletas de alto nível e da seleção brasileira (e a maior parte desse avanço na renovação se dá pela massificação do voleibol, que tem lugar reservado na pratica dos alunos de todas as escolas do Brasil, se tornando o segundo esporte do país).
O resultado de tanta organização é o seguinte:
Ouro em 1992 e 2004 para os homens e ouro em 2008 para as mulheres, sem falar nas inúmeras conquistas de ligas mundiais que de verdade nem me lembro o número agora, só sei que são muitas.
Saquarema R.J é um nome conhecidíssimo no mundo, você sabe por quê? Não? Eu respondo, é porque o centro de excelência do voleibol está lá. Pessoas do mundo inteiro vêm para o Brasil a fim de aprender nosso voleibol, as seleções do mundo inteiro estudam nosso estilo de jogo para tentar nos derrotar e a admiração mundial pelo nosso vôlei está em todos os continentes.
Acho que não preciso continuar não é mesmo? Eles são brasileiros como nós (os que amam o basquetebol), mas com a diferença de quererem fazer a coisa direito.
É possível sim levantarmos nosso basquetebol e, a primeira grande ação que podemos fazer é massificá-lo na escola pública.
Termino essa postagem deixando um desafio de reflexão para todos os que lêem essas linhas: Vamos massificar o basquetebol e organizá-lo de uma maneira que o mundo inteiro olhe e diga “esses caras são bons”.
Só colocando em prática os excelentes exemplos de massificação e organização do basquetebol e de outras modalidades que vemos no Brasil e no mundo é que poderemos ver de novo nossas seleções brilharem no âmbito mundial como a conquista do Pan 1987 pela seleção de Oscar, Marcel e companhia que mudou o rumo do basquete mundial culminando com o “dream team” de Barcelona 1992 e o mundial de 1994 conquistado pela seleção de Hortência, Paula e todas aquelas atletas fantásticas que foram prata em 1996 e que já há 15 anos não sobem ao pódio, sem falar da seleção masculina que não foi nas edições de Sidney, Atenas e Pequim dos jogos Olímpicos.
Vamos massificar! Fazer nosso querido basquete conhecido de nossas crianças e adolescentes para que nossa modalidade não caia no esquecimento e no saudosismo de conquistas passadas, e nem se reduza a pratica de uns poucos apaixonados e incompetentes que esconderam o basquete dentro de um baú fechado com sete chaves e depois de 15 anos digam: “fique aqui e não cresça” porque nós mandamos no basquetebol do Brasil.
Com a vaga que o time brasileiro de basquetebol conquistou na semana passada, dia 07/09, com uma diferença de 7 pontos e sem estrelas, nos dá a oportunidade de validar e consolidar o conceito da massificação.
Pense, compartilhe e me confronte caso você concorde comigo ou não.
Forte abraço e até mês que vem.
Forte abraço.Prof. Denilson Seckler
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